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Prévia em primeira mão com truques de fase discretos do Sonic Superstars
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Laura Kate Dale
Sonic Superstars definitivamente traz de volta a sensação clássica dos jogos do Sonic em 2D com fases coloridas, extensas e detalhadas. No entanto, o que me surpreendeu nas duas novas fases que joguei de forma restrita na gamescom foi a constante sensação de familiaridade que senti usando as novas mecânicas (tanto nessas fases jogadas quanto de forma geral).
Começando com a adição mais abrangente à fórmula da série, Sonic Superstars apresenta os jogadores aos "Emerald Powers", uma seleção de habilidades escondidas em fases bônus que você pode usar a cada checkpoint. Pelo que vimos na demo, essas habilidades variam de se transformar num meteoro e se arremessar numa determinada direção até invocar uma onda gigante de personagens que voam por toda a tela atacando inimigos.

Essas habilidades são opcionais, e você consegue progredir através das fases sem utilizá-las. Porém, elas abrem diversas opções adicionais para você usar. Elas também podem te ajudar a alcançar plataformas de difícil acesso que levarão você até uma nova parte da fase. Além disso, é possível usá-las em algumas lutas com chefões para tornar esses confrontos menos desafiadores.
A nova fase "Pinball Carnival", por exemplo, acompanha o estilo tradicional dos aparadores e alavancas de pinball do Sonic, juntamente com uma temática de circo. Já o chefão final dessa fase, um palhaço robótico que conta com um ponto fraco na cabeça, pode ser atraído para mais perto do chão ao ativar uma série de discos dentro da arena. Embora seja possível fazer isso escalando as plataformas com destreza, também é possível conjurar um exército de clones para encher a tela e acionar todos de uma vez só ou se arremessar como um meteoro e pular toda essa parte do quebra-cabeça.
Porém, vale lembrar que essas habilidades não costumam banalizar os combates contra chefões. Elas só podem ser usadas uma vez por luta, mas oferecem formas interessantes (e opcionais) para enfrentar o inimigo.
Entrando em mais detalhes das mecânicas, vimos uma nova fase na gamescom, chamada "Cyber Station", que apresenta portões tecnológicos que transformam o Sonic, o ouriço que conhecemos e amamos, em uma variedade de formas alternativas e inesperadas. Essas formas incluem uma linda versão animada em voxel do Sonic (capaz de viajar como faísca em 2D através de fios elétricos), um voxel de lula capaz de se mover livremente para qualquer direção, um camundongo que precisou atravessar um labirinto perigoso e até mesmo um foguete de rolagem lateral que voa sobre blocos de impulso.

Mesmo sentindo um certo receio quando vejo que a jogabilidade de um jogo do Sonic está se afastando demais das origens da série, ao meu ver, essa sequência ficou boa. Todas as novas transformações te dão uma sensação de satisfação, são fáceis de entender e têm o tempo de duração ideal. Elas duram o tempo certo e, depois, fazem o Sonic voltar ao normal para mais uma dose de corridas e saltos.
Sinceramente, este é o tipo de jogo do Sonic que eu venho esperando da SEGA há algum tempo. Ele traz a sensação do clássico, mas com toques visuais modernos, como o estilo mais polido de animação de corrida giratória dos personagens. Esses elementos destacam bastante o estilo cartunesco da arte, trazendo modernidade, e, além disso, não acho que qualquer uma das mecânicas precise, obrigatoriamente, ser o novo futuro da franquia.
As novas mecânicas do Sonic Superstars trazem uma jogabilidade nova, divertida e moderna, sem deixar de apresentar a familiaridade dos jogos clássicos do Sonic. Esse não é um caminho fácil de percorrer, mas me deixou empolgado o lançamento completo.
Sonic Superstars será lançado no dia 17 de outubro e estará disponível na Epic Games Store.